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Institucional 07/04/2020

Ações de apoio a profissionais da saúde se espalham pelo mundo

Na linha de frente do combate ao novo coronavírus, médicos, enfermeiros e outros profissionais da área recebem homenagem em vários países

No dia 7 de abril, é comemorado do Dia Mundial da Saúde. A data, criada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), tem como objetivo chamar a atenção para determinados temas. Neste ano, as homenagens vão para as enfermeiras e as parteiras. Mas em tempos de pandemia, este dia ganha um peso ainda mais especial. Milhares de profissionais da área da saúde – entre médicos, enfermeiros e vários outros – vivem uma luta diária contra o novo coronavírus, que já se alastrou pelo mundo inteiro. Para demonstrar apoio e gratidão pelo trabalho árduo que vem sendo executado desde o início da pandemia, pessoas do mundo inteiro têm buscado uma forma de retribui e reconhecer o trabalho de todos. Na Itália, tem sido comum as pessoas saírem nas janelas e aplaudir a todos. Na tarde do sábado, 14 de março, quando a epidemia começava a se agravar entre os italianos, todo o país saldou os médicos ao mesmo tempo. Na Espanha, a cada noite, nos primeiros dias da luta contra o coronavírus, a população também marcava hora para sair nas janelas e bater panela para dar força aos médicos e enfermeiros.

Não são apenas as pessoas anônimas que reverenciam quem está na linha de frente do combate à doença. No domingo, 5 de abril, a rainha da Inglaterra, Elizabeth II, que em 68 anos de reinado havia discursado apenas quatro vezes para os seus súditos, gravou um quinto depoimento histórico. Ela também fez uma referência especial aos profissionais de saúde. Na Inglaterra, as pessoas tem saudado os médicos e enfermeiros nas janelas, todos os dias, às 20h.

Na segunda-feria 6 de abril, foi a vez do buscador Google homenagear com um doodle especial. Ao passar o cursor sobre a imagem, aparecia a mensagem “A todos os profissionais da saúde e aos pesquisadores da comunidade científica, obrigado”.

Semanas antes, no dia 19 de abril, o cantor e compositor Bono também havia publicado em suas redes sociais uma canção que ele acabara de fazer. “Para os italianos que inspiraram isso. Para os irlandeses, para qualquer um que neste dia de São Patrício esteja em um aperto e ainda canta. Para os médicos, enfermeiros, cuidadores na linha da frente, é para vocês que estamos cantando”, escreveu o vocalista do U2. A música “Let Your Love Be Know” fala sobre as ruas vazias das cidades.

No Brasil, tanto a sociedade civil quanto as empresas também estão desenvolvendo iniciativas para ajudar os profissionais de saúde neste momento de guerra. A Hyundai também entrou nesta corrente por meio do programa Transporte Solidário Hyundai. Basta o profissional de saúde ligar para o serviço, no 0800-772-1717 e ele terá direito, de forma gratuita, sempre em veículos higienizados a cada nova viagem. Várias cidades já aderiram ao projeto, feito de forma conjunta entre a montadora sul-coreana e as concessionárias de algumas cidades. O serviço está disponível na Grande Florianópolis (segunda a sexta, das 8h às 18h), nas cidades de Imperatriz e Marabá (segunda a sexta, das 8h às 18h), em Aracajú (segunda a sexta, das 8h às 15h), nas cidades de Catalão, Itumbiara, Rio Verde, Uberlândia e Uberaba (segunda a sexta, das 9h às 17h) e, também, em Diadema, na Grande São Paulo (segunda a sexta, das 8h às 18h). Em Piracicaba, sede da fábrica da Hyundai Motor Brasil, a empresa também distribuiu 100 máscaras de proteção para os profissionais de saúde do município paulista, além de outros 1.150 itens de proteção individual.

Mundo virtual

As redes sociais também têm servido de ferramenta para a demonstração de apoio da população aqui no Brasil. Um exemplo é a campanha #AbracoNaSaude, promovida no Twitter pelo Estadão. Qualquer pessoa pode dar um abraço virtual nos profissionais de saúde ao usar a hastag da campanha. Cerca de duas mil pessoas fizeram isso nos primeiros dias após a divulgação da iniciativa. Basta escrever a mensagem com a palavra-chave que o abraço é contabilizado. Também se pode marcar alguém especial, seja familiar, amigo ou mesmo pessoas anônimas que estejam na linha de frente nos hospitais e postos de saúde. As mensagens eletrônicas mostram como as pessoas têm consciência de que o trabalho dentro de uma UTI, já bastante difícil, tem sido ainda mais complexo em momentos de pandemia. O dia a dia dos profissionais de saúde é marcado apenas por uma preocupação: ver os pacientes se recuperarem, apesar de eles saberem que nem todos vão conseguir. Eles também lutam para evitar que o sistema de saúde como um todo entre em colapso. Além das vagas para os casos de coronavírus, as outras doenças também continuam e, estas pessoas, quando chegarem ao hospital, vão precisar de tratamento.

Você pode fazer a sua parte: proteja-se!

Se dentro da rotina pesada de uma UTI médicos e enfermeiras tentam fazer de tudo, de forma exemplar, para salvar vidas diante de uma doença respiratória grave e ainda pouco conhecida, fora, na sociedade, as principais formas de combater o vírus são mais bem conhecidas e estão ao alcance da maioria.

Lave bem as mãos

Várias vezes ao dia, principalmente no caso de precisar sair de casa. Na rua, sem não tiver acesso à agua e sabão, o álcool em gel é a melhor forma para matar o vírus que por ventura estiver em suas mãos.

Limpe bem as embalagens

Dos produtos ao voltar do supermercado ou da farmácia. Desinfete com álcool líquido 70% antes de armazená-las. E após a higienização, lembre-se de lavar as suas mãos de novo. Limpe também as maçanetas e interruptores da casa, para aumentar os cuidados de prevenção, e lave as roupas e sapatos que foram usados fora de casa.

Não toque o rosto com a mão

que pode estar contaminada. As principais portas de entrada do vírus no corpo humano, como mostram os médicos, são a boca, o nariz e os olhos.

- Use máscaras ao sair de casa.

A tosse e o espirro são a principal forma de transmissão do vírus. O uso de máscaras profissionais deve ser reservado para os profissionais de saúde, mas qualquer pessoa que tiver que sair para ir ao supermercado, bancos ou mesmo entrar no transporte público pode usar uma máscara caseira, de pano. Ela ajuda na proteção. O importante, neste casos, é não ficar manuseando a máscara e lavá-la bem após cada uso.

- Evite sair de casa.

Como não há um remédio para os casos mais graves e muito menos vacina, que não ficará pronta este ano, evitar aglomerações é muito importante durante uma epidemia. O coronavírus tem uma transmissão rápida entre seres humanos. Por isso, o distanciamento social é uma forma segura de evitar que o vírus faça mais vítimas. A distância mínimo, em áreas públicas, deve ser de dois metros.

- Procure um médico apenas se estiver com febre e dificuldade de respirar

Isso é importante para não sobrecarregar os hospitais e também não aumentar o risco de contaminação de quem vai sem necessidade ao posto de saúde. Os sintomas leves da doença, como um pouco de tosse, dores no corpo e febre baixa, que aparecem na maioria dos casos, devem ser tratados em casa. A pessoa deve ficar em isolamento social por 14 dias, e os outros membros da residência também.

Você sabia?

Os coronavírus são a segunda principal causa do resfriado comum (após o rinovírus) e, até as últimas décadas, raramente causavam doenças mais graves em humanos do que o resfriado comum. Há sete coronavírus humanos (HCoVs) conhecidos, entre eles o SARS-COV (que causa síndrome respiratória aguda grave), o MERS-COV (síndrome respiratória do Oriente Médio) e o SARS-CoV-2 (vírus que causa a doença COVID-19). O vírus responsável pela pandemia atual conseguiu evoluir e passou a infectar as pessoas pela convivência próxima que existe entre seres humanos e animais vivos, principalmente em mercados, em países da Ásia.

Se você, por vários motivos, precisar sair de casa, em seu próprio carro, existem dicas importantes que podem ser seguidas para deixar ele protegido do coronavírus. Clique e veja como os automóveis podem ser bem higienizados.

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